No 1.º trimestre de 2026 a renda mediana dos 39 395 novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu 9,46 €/m2. Este valor representa um crescimento homólogo de 9,1%, superior ao observado no trimestre anterior (7,9%). Quando comparado com o 1.º trimestre de 2025, o número de novos contratos de arrendamento aumentou 0,7%.
A renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III. As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (14,38 €/m2), na Região Autónoma da Madeira (11,97 €/m2), na Península de Setúbal (11,35 €/m2), no Algarve (10,71 €/m2) e na Área Metropolitana do Porto (10,13 €/m2).
No 1.º trimestre de 2026, verificou-se um aumento homólogo da renda mediana nos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, destacando-se Vila Nova de Famalicão (15,1%) com a maior variação homóloga e Lisboa com a maior renda mediana (17,42 €/m2), embora com uma taxa de variação homóloga (8,2%) inferior à nacional (9,1%). Nove dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes apresentaram taxas de variação homóloga do número de novos contratos superiores à nacional (0,7%), destacando-se a Vila Nova de Famalicão (13,4%), com a maior variação.
No 2.º trimestre de 2026, a renda mediana dos 35 407 novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu 10,17 €/m2. Este valor representa um crescimento homólogo de 10,2%, superior ao observado no trimestre anterior (9,1%). Quando comparado com o 2.º trimestre de 2025, o número de novos contratos de arrendamento aumentou 0,4%.
A renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III. As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (15,24 €/m2), na Região Autónoma da Madeira (12,78 €/m2), na Península de Setúbal (11,99 €/m2), no Algarve (11,56 €/m2) e na Área Metropolitana do Porto (10,83 €/m2).
No 2.º trimestre de 2026, verificou-se um aumento homólogo da renda mediana nos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, destacando-se Guimarães (20,7%) com a maior variação homóloga e Lisboa com a maior renda mediana (17,79 €/m2), embora com uma taxa de variação homóloga (5,1%) inferior à nacional (10,2%). Dez dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes apresentaram taxas de variação homóloga do número de novos contratos superiores à nacional (0,4%), destacando-se a Almada (17,2%), com a maior variação.