Está assim:
20% certificados de aforro
6,6% Hermès (compradas em 26.03.2026, PPS €1.650,00)
7,5% BTC (comprado em 04.06.2026, preço USD 60.000,00)
O resto em cash.
Carteira
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BaracusBull
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BaracusBull
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Re: Carteira
Hermès
Face à crise financeira que há já algum tempo se adivinha, a opção pode pode ser discutível. Mas passo a explicar:
É uma empresa que vende sobretudo malas de luxo. Não carece de grande investimento em I&D, nem fábricas (não produz em escala, antes aposta na escassez), nem maquinaria (é tudo artesanal). Também não precisa de marketing, nem terá grande inventário. Ou seja, a despesa será essencialmente na produção.
Apresenta um lucro por acção consistentemente crescente nos últimos 10 anos (mais de 16% de crescimento por ano).
O ROE foi quase sempre superior a 25% e só por uma vez inferior a 20% (18,77% em... 2020, claro).
É uma empresa que é gerida de forma conservadora, tendo um rácio D/E de 12%, o que considero óptimo.
À semelhança do que acontece em outros sectores, também no luxo a tendência parece ser a constituição de grandes grupos. É possível que esta empresa seja alvo de uma aquisição. Aliás, a Louis Vitton tentou uma aquisição hostil há uns anos.
Comprei a €1.650,00. Representa um P/E de 38x, o que parece alto (não tanto no sector luxo), mas está praticamente no P/E mais baixo dos últimos 10 anos (que foi 36x). O P/E médio nesse período foi de 48x.
Foi isto, em resumo, o que me levou a adquirir as acções.
Face à crise financeira que há já algum tempo se adivinha, a opção pode pode ser discutível. Mas passo a explicar:
É uma empresa que vende sobretudo malas de luxo. Não carece de grande investimento em I&D, nem fábricas (não produz em escala, antes aposta na escassez), nem maquinaria (é tudo artesanal). Também não precisa de marketing, nem terá grande inventário. Ou seja, a despesa será essencialmente na produção.
Apresenta um lucro por acção consistentemente crescente nos últimos 10 anos (mais de 16% de crescimento por ano).
O ROE foi quase sempre superior a 25% e só por uma vez inferior a 20% (18,77% em... 2020, claro).
É uma empresa que é gerida de forma conservadora, tendo um rácio D/E de 12%, o que considero óptimo.
À semelhança do que acontece em outros sectores, também no luxo a tendência parece ser a constituição de grandes grupos. É possível que esta empresa seja alvo de uma aquisição. Aliás, a Louis Vitton tentou uma aquisição hostil há uns anos.
Comprei a €1.650,00. Representa um P/E de 38x, o que parece alto (não tanto no sector luxo), mas está praticamente no P/E mais baixo dos últimos 10 anos (que foi 36x). O P/E médio nesse período foi de 48x.
Foi isto, em resumo, o que me levou a adquirir as acções.
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BaracusBull
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Re: Carteira
Conforme referi há um par de semanas (outro tópico), compraria algum BTC quando o preço atingisse USD 60.000,00 (na altura estava a 75k, salvo erro).
Isso aconteceu no dia 04.06.2026.
Aparentemente a queda abrupta no preço ficou a dever-se à venda, pela MicroStrategy, de 32(!) BTC, quebrando o mantra, de Michael Saylor, de que jamais venderia BTC.
Não está em causa a quantidade de BTC (32 não é nada). Acontece que a "comunidade" e o "mercado" se assustaram com esta mudança de direcção e com a sua possível continuidade (a Strategy terá cerca de 10% do BTC).
Adiante,
É provável que haja mais quedas (e mais fortes), designadamente a partir do dia 15 de Junho.
A MicroStrategy, que desde 2020 não faz outra coisa senão endividar-se para comprar BTC, está numa situação muito complicada: andou a vender acções stretch, com dividendos perpétuos de 11%+ ao ano, pagos mensalmente, ao dia 15.
Ora, como a empresa não produz/vende nada de significativo e até agora não vendia BTC, como é que podia pagar? Com mais dívida, claro.
Mas até quando? A reserva em USD que a empresa constituiu (com recurso a dívida) já foi parcialmente "derretida" para pagar juros e dividendos.
Portanto, o mais certo é a MicroStrategy ter de vender BTC, apesar do preço miserável actual. E não estamos a falar de 32 BTC, mas de muitos mais, derrubando novamente o preço (desta feita pela quantidade).
Se isso acontecer, parece uma boa oportunidade para adquirir mais, quem sabe a USD 45.000,00...
Se nunca acontecer, USD 60.000,00 já me parece um bom preço de compra.
Isso aconteceu no dia 04.06.2026.
Aparentemente a queda abrupta no preço ficou a dever-se à venda, pela MicroStrategy, de 32(!) BTC, quebrando o mantra, de Michael Saylor, de que jamais venderia BTC.
Não está em causa a quantidade de BTC (32 não é nada). Acontece que a "comunidade" e o "mercado" se assustaram com esta mudança de direcção e com a sua possível continuidade (a Strategy terá cerca de 10% do BTC).
Adiante,
É provável que haja mais quedas (e mais fortes), designadamente a partir do dia 15 de Junho.
A MicroStrategy, que desde 2020 não faz outra coisa senão endividar-se para comprar BTC, está numa situação muito complicada: andou a vender acções stretch, com dividendos perpétuos de 11%+ ao ano, pagos mensalmente, ao dia 15.
Ora, como a empresa não produz/vende nada de significativo e até agora não vendia BTC, como é que podia pagar? Com mais dívida, claro.
Mas até quando? A reserva em USD que a empresa constituiu (com recurso a dívida) já foi parcialmente "derretida" para pagar juros e dividendos.
Portanto, o mais certo é a MicroStrategy ter de vender BTC, apesar do preço miserável actual. E não estamos a falar de 32 BTC, mas de muitos mais, derrubando novamente o preço (desta feita pela quantidade).
Se isso acontecer, parece uma boa oportunidade para adquirir mais, quem sabe a USD 45.000,00...
Se nunca acontecer, USD 60.000,00 já me parece um bom preço de compra.